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História da Carne seca na moranga, com direito a receita!




Hoje falaremos sobre um dos pratos mais bonitos e saborosos da nossa casa: a carne seca na moranga. Apesar dele ser servido em diversos formatos pelo país, já é marca registrada na gastronomia paranaense!

HISTÓRIA

A moranga, também conhecida como abóbora, era um dos principais alimentos de base dos brasileiros durante o período colonial. Segundo estudos da Embrapa, os índios já cultivavam abóbora no Brasil. Portanto, ela é um elemento legitimamente brasileiro!

A ideia de juntar a moranga com a carne seca veio dos nordestinos, grandes apreciadores desse tipo de carne. Por lá eles a comem com jerimum, uma abóbora não muito comum aqui no Sul.  

Dentre as adaptações feitas pelos paranaenses, está a troca do jerimum pela moranga e ainda o acréscimo do requeijão tipo catupiry, que dá muito sabor e cremosidade ao prato!

Ficou com água na boca? Confere a nossa receita deste delicioso prato servido no Farnel

Porção individual

Ingredientes:
80 gr de carne seca dessalgada e cozida
100 ml de molho de tomate feito em casa
02 gr de sal
02 gr pimenta do reino
02 gr de coentro
20 ml azeite
06 tomates cereja
270 gr de moranga cozida no caldo da carne seca
30 ml de requeijão cremoso
Ou Creme de queijo (4 colheres por porção)

Modo de Fazer:Dessalgar a carne seca em quatro águas. Cozinhar em panela de pressão. Retirar a carne seca e cozinhar a moranga no caldo. Desfiar e retirar a gordura da carne seca; colocar em caçarola com o azeite e temperos; quando estiver frigindo, colocar molho de tomates e tomates cereja. Deixar apurar mais alguns minutos. Montar em um prato, colocando a fatia de moranga e a carne seca em cima. Regar com o requeijão cremoso. Salpicar com cebolinha.
Gostou do que vai na receita? 
Você pode saborear este prato aqui no Farnel, com o toque especial da chef Gloria, por apenas R$38,90. Aproveite!


Fontes: Embrapa e Wikipedia.

Memórias Gustativas da Chef Gloria: Doce de Leite




Quando cozinhamos, nos vêm à lembrança alguns pratos que experimentamos ao longo da vida. Muitas vezes nos espelhamos em nossos pais, avós e familiares. A memória gustativa da nossa chef Gloria Vargas é rica dessas referências. Segundo ela, o seu doce de leite, que é louco de bom, tem como norte o doce de um homem que significou muito para ela: seu avô paterno.

Confira a memória que ela tem do doce do vovô:

“Tenho referências de alguns homens na cozinha...
Meu avô paterno, com o qual pouco convivi pela distância que naquele tempo, deixou uma lembrança inscrita na minha memória gustativa: seu doce de leite. Era muito bom mesmo!

Feito em fogão à lenha, em panela de ferro, com leite recém tirado e açúcar. A mistura ficava sobre a chapa do fogão durante, aproximadamente, seis horas. O doce ficava cor de caramelo e era grumoso. Simplesmente divino! Por mais que eu tenha tentado fazer igual... o leite, a panela, o fogão e o saber não são os mesmos...”

Parece que tudo dos nossos avós é mais gostoso, não é mesmo? No Farnel dá pra saborear um pouquinho dessa memória tão significante nos nossos doces de colher, que além de doce de leite têm mais cinco opções: chocolate, coco, abóbora, café e amendoim! 


Cozinha tradicional!


Aqui no Farnel Gastronomia Paranaense, a história começa em pequenos utensílios e vai até as nossas receitas! Venha fazer uma viagem no tempo e descobrir um pouco mais sobre o Paraná através da gastronomia :)


MEMÓRIAS GUSTATIVAS - Chef Gloria Vargas


Receitas que passam de geração para geração e memórias gustativas que formam a bagagem da nossa Chef Gloria Vargas na cozinha! Apaixonada desde muito cedo pela arte de cozinhar, ela lembra detalhes que a influenciaram em suas criações e deixaram suas marcas.

Conheça, agora, as lembranças da nossa Chef sobre Dona Nininha:

"Dona Nininha – mãos de fada – tudo o que ela fazia era bonito e gostoso. Fazia do pouco, muito. Dentre as inúmeras maravilhas culinárias desta avó querida e que cuidava com maior zelo e servia com uma cerimônia singular era a torta gelada de morango. Para quem chegasse em sua casa, nos finais de semana, após as conversas iniciais, lá ia dona Nininha para a cozinha, voltando com uma fatia da sua obra de arte.

Na minha memória gustativa (posso sentir mesmo agora após muitos anos de sua ausência) a crocância da bolacha champagne, com a textura macia e aveludada da nata e o gosto doce azedo dos morangos da chacrinha da Dona Helena (sua fiel ajudante) para a receita especial. Com certeza – uma obra de arte!"

Quem ficou com vontade de comer a torta gelada de morango? o/